#QuemSou

Performer, atriz, educadora, produtora e palhaça

Apaixonada pelas Artes Cênicas desde os 07 anos de idade, sou licenciada em Teatro pela Universidade Federal de Rondônia - UNIR. Atualmente, minhas pesquisas permeiam a palhaçaria e a performatividade.​

Trajetória

Chegada à missão
Foi na fronteira entre Brasil e Bolívia, em Guajará Mirim, que significa cachoeira pequena em tupi-guarani, um município de grande importância para o ciclo da borracha*, que meu pai desejou que seus filhos nascessem. No dia 07 de novembro de 1994 nasceu a caçula duma cearense que arrocha no cuscuz e um rondoniense raiz que se acabava num açaí com farinha. O que tudo isso significa? Isso mesmo, que minhas raízes revelam quem sou: uma mistura de Norte/Nordeste atrelada à força da natureza, atravessada por diferentes culturas, interesses e uma boa dose de “risiliência”. Assim estava traçada a estrada da minha sina caçulística
Doce Acordo
Não nasci artista, tornei-me. Para isso passei por algumas etapas: choro, chupeta, “ela é a cara do pai", os dentes começando a cair... Aí entrava em cena a sina de caçulística: Era uma vez... minha mãe!.. E seus truques. Um belo dia três crianças tinham bolo para devorar, porém, para evitar que eles iniciassem a Terceira Guerra Mundial, mami separou os pedaços de cada criatura. No momento deav doce partilha meu irmão não estava presente, ainda assim ela guardou a parte que lhe cabia. Contudo, ela não contava com minha astúcia (ou contava, mas prefiro acreditar que consegui enganá-la até hoje, ou até esse parágrafo)! Ao terminar de comer meu pedaço de bolo, acreditei no meu privilégio caçulístico e fui atrás do alheio, aquele... guardado... crente que escaparia intacta. Meu irmão, quando soube que comi seu pedaço fez uma proposta: Não contaria para a mamãe, caso eu topasse conhecer o grupo teatral da igreja. O bichinho já adolescente com seus 14 anos, mas tão tolo. Topei de cara, antes que minha mãe ouvisse os burburinhos e eu entrasse na taca!'+ 'Naquela época, meus irmãos participavam do grupo teatral Cia Titânica, da Igreja Nossa Senhora do Amparo, que se reuniam todos os domingos. Meus pais quando iam buscá-los pediam que eu exercesse minha função caçulística: chamá-los. Como num ritual, sempre da mesma forma: colocava a cara na porta, dava aquela bisbilhotada, interrompia o ensaio e dizia: “Júnior, papai chegou”. Todos observavam a cena em que aquela criatura meiga (APARENTEMENTE!), tímida (sim, eu sou tímida sim!) e banguela (não mais... quer dizer, havia extraído 8 dentes, ou seja, eu era um jacaré). Era essa cena que se repetia semanalmente durante alguns anos... Até aceitar a proposta que me possibilitou conhecer o Teatro. '+ 'Passaram-se inúmeros domingos e agora meus pais tinham que esperar o final dos encontros, as conversas, os pós-ensaios, os lanches, enfim, todos os bastidores que o Teatro instaura em nossas vidas.'
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"O teatro requer um conhecimento do espírito humano, e do ator o poder de transmiti-lo ao público de forma bela e verdadeira. Através do caminhar, do olhar, da expressão, o ator vive todas as vidas (existentes ou não), e tem o poder de rir e chorar todos os extremos"

Trevisan, Lell

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